Regresso a casa

Uma nova vida

Finalmente, acabou de pousar a alcofa do seu bebé. Este momento tão esperado e tantas vezes sonhado já chegou...
Uma nova vida vai começar ...

Ser mamã, aprende-se!

Feliz certamente, mas tão fatigada, gostaria de ter tempo para repousar. Mas o bebé está aí, e tem necessidade de si, dia e noite... Nem sempre tem a paciência que é necessária, sente-se por vezes agredida pelos seus choros que ainda não percebe bem. Nem sempre o ousamos dizer, e mesmo de confessar a nós próprias, mas no entanto, é verdade: nem sempre é fácil ser mãe.
O instinto maternal nem sempre responde à chamada, e as mulheres de hoje que tudo querem encarar de frente são muito sensíveis neste capítulo: medo de não ser uma boa mãe, de não estar à altura, pesado sentimento de responsabilidade...

É o quinhão dos pais amorosos ... Mas sabia que estas inquietações, não são apenas legitimas e universais, são positivas?
São elas que contribuem, entre outras, para construir o envolvimento que cresce, dia após dia, entre si e o seu bebé. Sem dúvida que podemos ter uma paixão pelo nosso bebé desde o seu nascimento, mas a afeição, como diz o Doutor Brazelton, é uma obra de grande alento.

>h3>Encontrar um novo equilíbrio

As semanas que se seguem ao nascimento vão ser de uma devastação total da sua vida. Apesar da fadiga ligada às noites entrecortadas, vai ter de estar presente em várias frentes: a adaptação ao seu bebé, a descoberta do casal que são na condição de pais, a organização material da sua nova vida de família ... Sem contar a sua própria recuperação física que exige também energia. Nos primeiros tempos, a sua vida será inevitavelmente centrada à volta do recém-nascido.

As suas jornadas desenrolar-se-ão ao ritmo das suas mamadas, apenas lhe restarão algumas horas, aqui e acolá. Só pensará nele, só falará dele, ele será todo-poderoso e omnipresente, o pequeno tirano...
É desta desorganização que vai nascer, dia após dia, semana após semana, o seu novo equilíbrio de vida.

Pouco a pouco, compreenderá as solicitações do seu bebé, terá mais confiança em si e não recorrerá ao seu guia do bebé ao primeiro soluço suspeito.
Pouco a pouco, compreenderá que os escrúpulos e o sentimento de culpabilidade não são construtivos nem para si nem para o seu bebé, e organizar-se-à para se arejar de tempos a tempos, sem o bebé.

As mães descontraídas fazem bebés equilibrados

Sentir-se à naturalmente um pouco culpada quando o deixar na sua primeira saída para as compras, ou para um fim de semana a sós com o seu marido.
Mas este sentimento desaparecerá muito rapidamente em face aos benefícios incontestáveis de tais iniciativas. A chegada de um segundo ou terceiro bebé não se traduzirá nas mesmas dúvidas: antes de tudo vai ser um problema de organização. O recém-nascido de noite, os irmãos e irmãs ligeiramente invejosos e querendo chamar as atenções durante o dia: as 24 horas da vida de uma mãe são mais que preenchidas. E o que será difícil, mas também importante conseguir, é encontrar alguns momentos livre das crianças.

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